Blog Via Mestra · página 7

Segunda-feira é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv onde escrevo sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar, no contexto da Educação Básica Pública brasileira.

Segunda-feira é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv onde escrevo sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar, no contexto da Educação Básica Pública brasileira.

Segunda-feira é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv onde escrevo sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar. Segue a segunda parte do texto “LEMBRETE AOS DESMEMORIADOS: SEM PROFESSOR NÃO EXISTE LEITOR NEM DOUTOR”

Segunda-feira é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv onde escrevo sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar. Segue a segunda parte do texto “LEMBRETE AOS DESMEMORIADOS: SEM PROFESSOR NÃO EXISTE LEITOR NEM DOUTOR”

Você é novo aqui? Então saiba que às segundas posto trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv onde escrevo sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar.

Você é novo aqui? Então saiba que às segundas posto trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv onde escrevo sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar.

Eu voltei 🎊

Eu voltei 🎊

Segunda é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv gv

Segunda é dia de postar trechos da minha coluna no @jornaldacidadegv gv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico, no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico, no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico, no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico, no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico no @jornaldacidadedegv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico no @jornaldacidadedegv

Segunda-feira é dia de postar trechos do artigo que publico aos domingos, no @jornaldacidadegv

Segunda-feira é dia de postar trechos do artigo que publico aos domingos, no @jornaldacidadegv

Segunda tem post! Questões sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar.

Segunda tem post! Questões sobre o adoecimento docente e o mal-estar escolar.

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico aos domingos, no @jornaldacidadegv

Segunda é dia de postar trechos do artigo que publico aos domingos, no @jornaldacidadegv

E o que temos às segundas? Trechos dos artigos que publico aos domingos, no @jornaldacidadegv

E o que temos às segundas? Trechos dos artigos que publico aos domingos, no @jornaldacidadegv

A frase supostamente é de Isaac Newton, uma referência ao conhecimento e à pesquisa, uma forma de dizer que suas descobertas não são apenas da sua genialidade ou persistência. A possibilidade de seus dados teóricos e empíricos se devem aos maiores que o antecederam. Coloco aqui para elucidar o papel do professor e de seu labor.

A frase supostamente é de Isaac Newton, uma referência ao conhecimento e à pesquisa, uma forma de dizer que suas descobertas não são apenas da sua genialidade ou persistência. A possibilidade de seus dados teóricos e empíricos se devem aos maiores que o antecederam. Coloco aqui para elucidar o papel do professor e de seu labor.

Segunda-feira é dia de postar partes do artigo que escrevo para o @jornaldacidadegv publicados aos domingos. Nele discuto o adoecimento docente e o mal-estar escolar, no contexto da Educação Básica.

Segunda-feira é dia de postar partes do artigo que escrevo para o @jornaldacidadegv publicados aos domingos. Nele discuto o adoecimento docente e o mal-estar escolar, no contexto da Educação Básica.

Discutir o sofrimento docente é sempre delicado; e tocar nas feridas da Educação Básica Pública do nosso país é como acompanhar uma levedura de polêmicas, capaz de passar pelas mais válidas fundamentações às mais rasas, infrutíferas e desnecessárias! Digo isto porque todo mundo tem uma opinião, uma crítica, um parecer, um (des)apontamento a fazer sobre as causas e as consequências dos insucessos educacionais.

Discutir o sofrimento docente é sempre delicado; e tocar nas feridas da Educação Básica Pública do nosso país é como acompanhar uma levedura de polêmicas, capaz de passar pelas mais válidas fundamentações às mais rasas, infrutíferas e desnecessárias! Digo isto porque todo mundo tem uma opinião, uma crítica, um parecer, um (des)apontamento a fazer sobre as causas e as consequências dos insucessos educacionais.

Como planejado, aqui está mais um trecho da série de artigos que ando publicando sobre a Educação Básica Pública, onde faço pontuações sobre o adoecimento psíquico dos professores, no contexto à cultura do mal-estar escolar. Não há só dissabores, também falo de saídas possíveis.

Como planejado, aqui está mais um trecho da série de artigos que ando publicando sobre a Educação Básica Pública, onde faço pontuações sobre o adoecimento psíquico dos professores, no contexto à cultura do mal-estar escolar. Não há só dissabores, também falo de saídas possíveis.

Desde que retomei as atividades aqui no Instagram, eu faço posts carrossel. Este, não. É melhor! Estou escrevendo uma série de publicações sobre o meu trabalho e como ele é executado, e este é um trecho do artigo desta semana, que escrevi para um jornal. Compartilho com vocês uma pequena parte, que poderá sofrer alteração pelo veículo. Ao fim, prometo publicar o link com o artigo completo para vocês. Por ora, seguem algumas linhas. Ao longo da semana postar mais trechos.

Desde que retomei as atividades aqui no Instagram, eu faço posts carrossel. Este, não. É melhor! Estou escrevendo uma série de publicações sobre o meu trabalho e como ele é executado, e este é um trecho do artigo desta semana, que escrevi para um jornal. Compartilho com vocês uma pequena parte, que poderá sofrer alteração pelo veículo. Ao fim, prometo publicar o link com o artigo completo para vocês. Por ora, seguem algumas linhas. Ao longo da semana postar mais trechos.

A Síndrome do Esgotamento Laboral ou simplesmente Burnout é uma psicopatologia que representa o estado final de diferentes formas de estresse no ambiente de trabalho. É impossível pensar ou falar na Educação, sem considerar o esgotamento laboral dos educadores.10

A Síndrome do Esgotamento Laboral ou simplesmente Burnout é uma psicopatologia que representa o estado final de diferentes formas de estresse no ambiente de trabalho. É impossível pensar ou falar na Educação, sem considerar o esgotamento laboral dos educadores.

Neste post, a Síndrome de Burnout - PARTE II, prosseguimos com os estudos sobre este mal que tem acometido, com grande frequência, os profissionais da educação. Hoje buscamos explicar as três dimensões que constituem a doença e dão contornos que especificam as características, ao que de fato, apresenta e sente um trabalhador com Burnout.10

Neste post, a Síndrome de Burnout - PARTE II, prosseguimos com os estudos sobre este mal que tem acometido, com grande frequência, os profissionais da educação. Hoje buscamos explicar as três dimensões que constituem a doença e dão contornos que especificam as características, ao que de fato, apresenta e sente um trabalhador com Burnout.

No dia 1º de janeiro de 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) colocou a síndrome de Burnout na lista das doenças ocupacionais. No Brasil, a doença recebeu o código QD85, dentro da CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). Mas, o que isso significa? Que a síndrome do esgotamento profissional, como é mais conhecida por aqui, passou de estresse comum a uma psicopatologia de problemas de saúde que o trabalhador pode ser acometido no ambiente de trabalho, afetando, assim, a sua saúde física e mental.10

No dia 1º de janeiro de 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) colocou a síndrome de Burnout na lista das doenças ocupacionais. No Brasil, a doença recebeu o código QD85, dentro da CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). Mas, o que isso significa? Que a síndrome do esgotamento profissional, como é mais conhecida por aqui, passou de estresse comum a uma psicopatologia de problemas de saúde que o trabalhador pode ser acometido no ambiente de trabalho, afetando, assim, a sua saúde física e mental.

Como é comum a muitos profissionais, o trabalho do professor não se encerra no final de um longo dia de trabalho. Escola não é uma indústria, em que o funcionário encerra o seu labor e retoma no outro dia. Na profissão professor não existe isso de desligar a máquina, tirar o uniforme, apagar a luz e só no outro dia religa. A docência veste-se de uma estrutura laboral sem fim. O recomeço de um dia nunca é reduzido à ligar máquinas e retomar de onde parou, porque o professor não só leva muito trabalho pra casa, como é sobrecarregado com a demanda psíquica das vivências escolares (além da vida pessoal, que todos tem e por vezes é negada ao professor lazer e investimento).10

Como é comum a muitos profissionais, o trabalho do professor não se encerra no final de um longo dia de trabalho. Escola não é uma indústria, em que o funcionário encerra o seu labor e retoma no outro dia. Na profissão professor não existe isso de desligar a máquina, tirar o uniforme, apagar a luz e só no outro dia religa. A docência veste-se de uma estrutura laboral sem fim. O recomeço de um dia nunca é reduzido à ligar máquinas e retomar de onde parou, porque o professor não só leva muito trabalho pra casa, como é sobrecarregado com a demanda psíquica das vivências escolares (além da vida pessoal, que todos tem e por vezes é negada ao professor lazer e investimento).

Ontem eu conversava com um grupo de educadores de São Paulo sobre políticas públicas que, ora resolvem problemas, ora criam outros. Num instante algo é resolvido, noutro algo é piorado. Na reunião falamos do giz, das doenças, dos transtornos mentais que acometem a sociedade pós-moderna e sacrifica determinados profissionais, no caso, nós professores.10

Ontem eu conversava com um grupo de educadores de São Paulo sobre políticas públicas que, ora resolvem problemas, ora criam outros. Num instante algo é resolvido, noutro algo é piorado. Na reunião falamos do giz, das doenças, dos transtornos mentais que acometem a sociedade pós-moderna e sacrifica determinados profissionais, no caso, nós professores.