E segunda tem post da minha coluna no @jornaldacidadegv

E segunda tem post da minha coluna no @jornaldacidadegv

E segunda tem post da minha coluna no @jornaldacidadegv
Segue trecho do artigo "O dever de criar e educar os filhos é dos pais".

Boa leitura e ótima semana 💜

[...]
Tal reflexão hipotética não dá ares improváveis, pois, nos instantes de ideação do que acontece nas salas de aula Brasil à fora, rememoramos o lugar ocupacional do professor e inferimos que o aspecto interacional com os alunos, decerto, é um imperativo. O caráter social do sistema de ensino escala o professor em posições plurais, com arranjos que vão desde o preparo puramente técnico às habilidades específicas (geralmente subjetivas), como observar comportamentos e testemunhar ações, reações e situações. Mediar o conhecimento e garantir a execução do plano de ensino são partes do ofício docente e que não se encerram em sua práxis diária.

Diante disto, independente da competência ou da disposição, quando um professor pisa numa sala de aula ele já está exposto ao dinamismo das relações interpessoais e terá que lidar com crianças e adolescentes que foram constituídos em realidades domésticas distintas. Num viés em que a redução de mundo não reduz as particularidades da sociedade, nesse “nanocosmo”, o professor vai se deparar com uma vária e discrepante educação familiar refletida no comportamento dos alunos. À medida que os passos dos conteúdos são dados e avançam as metodologias e os dias, a movimentação da turma entrega ao professor, as bagagens que cada indivíduo carrega, estejam elas nas emoções, frustrações, resistências, inseguranças, na ausência de limites, de nãos, de afetos e de todo tipo de cuidado fundamental ofertado ou negado aos menores.

É no chão da sala de aula, o lugar onde o professor observa e testemunha as estruturas de ordem material, intelectual e emocional que os alunos receberam (ou não) de seus pais. Embora existam momentos e movimentos que vão exigir mais tempo e estudo para o professor refletir ações e reações mais subjetivas; infelizmente, ainda permanecem aquelas atitudes simples e cotidianas, que dispensam sutilezas analíticas aprofundadas, como conhecer e saber usar o vocabulário básico da comunicação social, como, “por favor”, “com licença”, "obrigado" e "desculpe".

Comentários

    Seja a primeira pessoa a comentar.

    Faça seu cadastro para comentar — sem senha. Seu e-mail e WhatsApp não são publicados.

    Cursos, palestras e mentorias para a sua escola

    Deixe seu contato para receber novidades da Via Mestra e conversar sobre formação de professores e gestores.